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  • Carolina Mezalira

Análise | Fate: A Saga Winx – 2 temporada - É nítido a evolução dos personagens!

‘’Sei que você vai querer ser uma de nós, Winx quando damos nossas mãos, nos tornamos poderosas porque juntas somos in-ven-cí-veis...'' se vocês meu caro leitor, nasceram nos anos 2000 com certeza já ouviram essa música por aí e se apaixonaram por nossas fadinhas mágicas. E desde que foi anunciada sua adaptação para a Netflix, muitas expectativas foram adquiridas já que os atuais jovens que cresceram vendo a animação no SBT desejavam que a série fosse igualzinho o desenho.

Mas tudo foi por água abaixo quando viram que não seria bem assim, se trata de uma produção totalmente nova, apenas usando os mesmos personagens. Contudo, é um ótimo seriado e no segundo ano tivemos amadurecimento de alguns personagens e outros chegaram para abalar mais ainda a história.


Sinopse

A adaptação em live action do clube Winx, conta a história de seis fadas lideradas por Bloom (Abigail Cowen) que são mandadas para Alfea, local onde apreendem a controlar seus poderes. Porém na segunda temporada, os rastreadores surgem para sugar a magia das protagonistas e assim as levarem para um bruxo de sangue em específico que está na pele de Sebastian.


A principal motivação dele é abrir o portal da escuridão, para trazer a vida os monstros de Aster Del, para impedi-lo entram em ação Bloom, Terra (Eliot Salt), Flora (Paulina Chavez), Musa (Elisha Applebaum), Stella (Hannah Van der Westhuysen) e Aisha (Precious Mustapha).


Ao mesmo tempo que Bloom tem que lidar com toda a pressão de ter o poder do fogo às suas mãos, não sabendo controlá-lo direito pode colocar a vida dos outros em perigo, tem que manter seu relacionamento com Sky (Danny Griffin) em pé, por amá-lo demais.


A briga entre Silvia (Robert James-Collider) e Andreas (Ken Duken) tomou conta de grande parte da primeira temporada, porém com a Ascensão do vilão, que teve o maior plot twist dos episódios, mesmo que a motivação dele não fossem dos melhores, fez com que os telespectadores ficassem vidrados na telinha por esse motivo.


Concertando erros do passado + Evolução dos personagens... (Atenção! Spoilers...)

Um dos principais erros da temporada anterior foi a falta de diversidade, visto que, na animação Musa surgiu no leste da Ásia e Terra na América Latina, nada disso foi comentado no decorrer da primeira temporada. Para concertar os erros e agradar os telespectadores, os produtores concordaram em trazer uma personagem LGBTQIA+ para a trama.


Por isso, assumir Terra como Lesbica tornou o arco dela bem interessante, trazendo uma relação mais amena com Riven, abrindo espaço para Musa se aproximar do rapaz. Musa também evoluiu, a perda de seus poderes que a fada entregou de bandeja simplesmente por odiar sentir as emoções dos outros, colocou ela em outro nível e a fez querer ser uma guerreira a aproximando do garoto dos seus sonhos.


Flora, recém-chegada em Alfea, tem seus próprios segredos e dores, mas ainda não foi dessa vez que saberemos quais são. Contudo, sua amizade com Terra é colocada aos poucos na temporada, o ponto alto disso é ver como os poderes de ambas se complementam.


Acorda Bloom...


A dona da p*rra toda é sem sombra de dúvidas, Bloom, a jovem se mostra bem egoísta ao salvar todos e depois se mandar abandonando suas amigos no momento em que mais precisam de apoio, além do, seu namorado Sky. As atitudes da protagonista acabam sendo um pouco irritantes, por ela passar a vibe de heroína incompreendida.


Por fim, a segunda temporada de Fate: A Saga Winx mostra para oque veio, é uma produção totalmente voltada para um publico específico que gosta do gênero fantasia. Para eles, é uma série bem interessante ao ver os efeitos especiais de primeira. Sem falar, que é nítido a evolução de todos os personagens e os novos já chegaram abalando as estruturas de Alfea.


Já assistiram Fate: A Saga Winx? Gostaram? Não esquecem de seguirem o Fendageek para ficarem por dentro das novidades!

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