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  • Carolina Mezalira

Análise | Kid Cosmic: 2ª temporada – Mesma fórmula, mas continua divertindo o público

Enquanto a CW fica na indecisão se produzirá uma série em live action das Meninas Super Poderosas, o criador das heroínas, Craig McCracken, continua se divertindo com a produção animada de super-heróis da dona Netflix. Após alguns meses desde o lançamento do primeiro ano de Kid Cosmic, a fórmula se repete na segunda temporada. Mas será que consegue divertir o publico na mesma proporção de antes?


Sinopse

Kid Cosmic continua acompanhando um grupo de amigos que encontram anéis mágicos concedendo a eles diversos poderes e, com esses objetos, os jovens se sentem os próprios super-heróis (mas, cá entre nós, os personagens são muito desajeitados). Desta vez, a produção se passa no espaço sideral, surgindo novos desafios e poderes para colocar em prova o heroísmo de Kid e sua turma.


Desta vez o protagonismo passa para Jó...

Na primeira temporada, Kid (Jack Fisher) era o líder do grupo e os demais personagens giravam em torno dele, como podemos ver em Batman , em que Robin serve como seu cúmplice, na animação do streaming essa dinâmica não é diferente.


Mas, para supressa de muitos, no novo ano as coisas mudam de forma, e vemos esse papel de protagonista sendo preenchido por (Amanda C. Miller), trazendo uma representatividade e empoderamento feminino para a telinha, mas não deixando o garoto de lado.


Mesma fórmula do anterior....

As duas temporadas não se diferem muito entre si e, para não ficar tão repetitivo e cansativo para o público, como disse anteriormente, os produtores redistribuíram funções, ou seja, agora o protagonismo fica para a líder do grupo , assumindo para si a responsabilidade de derrotar o grande vilão da temporada, uma missão muito mais interessante para personagem do que passar a vida toda atendendo clientes no restaurante de sua mãe.


Tem diferença entre Kid Cosmic e As Meninas Super Poderosas?

Visualmente Kid Cosmic é muito lindo, visto que, a técnica utilizada é a 2D , a mesma usada em animações do Cartoon Network, como, por exemplo, As Meninas Super Poderosas, trazendo uma nostalgia enorme para quem cresceu assistindo os desenhos mais antigos. Mesmo que a forma de produzir seja limitada, ela consegue manter um ritmo rápido sem ficar maçante e ainda consegue entreter o público.


Kid Cosmic continua divertindo a audiência na mesma proporção do ano anterior, mas sinto lhe dizer, serve apenas como passatempo, pois, infelizmente, depois de vê-lo uma vez, não vamos querer repetir.



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