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  • Carolina Mezalira

Análise | O Legado de Júpiter – História de super herói, mas sem nenhum aprofundamento

A Marvel conseguiu provar que muita gente gosta de produções que envolva super heróis, e para nadar na mesma onda de sucesso a Netflix tentou criar suas próprias histórias envolvendo poderes, começando pelo longa Esquadrão Trovão que não foi bem aceito pelo público, agora vamos ver se a próxima produção denominada O Legado de Júpiter, uma adaptação da HQ de mesmo nome do escritor Mark Millar, consegue provar o contrário, mas sinto lhe dizer que ela tinha tudo para ser espetacular mas se perdeu no meio do caminho.


Bora lá conferir oque achamos da série?

Sinopse


Em O Legado de Júpiter, acompanhamos a história atual de um grupo de super heróis veteranos que tem a missão de proteger a terra durante décadas, e ao mesmo tempo treina, monitora e supervisiona a nova geração, inclusive alguns são filhos dos poderosos.


Tudo estava indo muito bem, mas o grande vilão Estrela Negra (Tyler Mane) foge da penitenciária máxima para super seres, a super Max, e no intuito de proteger seus pais, Brandon Sampson (Andrew Horton) filho do poderoso e popular Sheldon Sampson (Josh Duhamel) mata de forma brutal o vilão, dessa forma sua vida vira de cabeça para baixo.


E ao mesmo tempo que Sheldon (Duhamel) também precisa proteger a terra dos vilões, tem que lidar com o abandono de sua filha Cloe (Elena Kampouris) que prefere negar seus poderes para viver uma vida ‘’normal’’ e ao mesmo tempo ele não confia no Brandon (Horton) como seu sucessor, os episódios transitam nesse dilema.


Transitando entre o passado e o futuro...


Desde o primeiro episódio, a trama começa alternar constantemente entre o passado e o presente, mostrando como o protagonista começou a reunir seus amigos e familiares para fazer uma viagem misteriosa para uma ilha na década de 1930 e como seus filhos na atualidade estão lidando com seus próprios caminhos e ao mesmo tempo enfrenta as sombras dos próprios pais, se perguntando será que chego aos pés deles?


Podemos ver a mesma fórmula em séries como Atypical e Sex Education também da patroa, onde temos o núcleo dos pais para o público marmanjo e o dos filhos fazendo com que os jovens consiga se identificar.


Começou bem, mas se perdeu no caminho...


Na minha opinião a parte mais interessante do seriado é a época atual, acho que o diretor deveria focar mais no conflito de Cloe (Kampouris) com seu pai, o qual o público só vê em duas cenas, enquanto a parte do passado poderia ter sido mostrado apenas nos primeiros episódios, não passando tanto tempo nessa década (Desta vez você decepcionou, viu Netflix), deste jeito os 8 episódios passam a ser cansativos, além disso, por ser uma produção de super heróis já vamos com o pensamento de que encontraríamos muita cena de ação, mas sinto em lhe informar que em O Legado de Júpiter tem pouquíssimas cenas do gênero. A nova produção do streaming é uma série de super herói que não entrega o que promete, mas tinha tudo para dar certo



Já assistiram O Legado de Júpiter? Gostaram? Se emocionaram em alguma parte? E medo? Não esquecem de seguirem o Fendageek para ficarem por dentro das novidades!

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