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  • Carolina Mezalira

Análise | Paternidade – Uma relação sensível entre pai e filha!

A dona Netflix adora investir em filmes do gênero comédia misturado com drama, agora a bola da vez se chama Paternidade estrelado por Kevin Hart conhecido pelos filmes Jumanji e Um Espião e Meio, além de que não podemos esquecer de que a nova produção é inspirada em fatos. Bora lá conferir nossa análise?


A trama conta a história de Matt (Kevin Hart) que após a morte inesperada de sua esposa um dia após o nascimento de sua filha, Maddy (Melody Hurd), ele tem que lidar com o luto e ao mesmo tempo aprender a criar sua filha sozinho sem a confiança de sua família.


A direção ficou por conta de Paul Weitz o mesmo de Grande Garoto, possuindo a mesma temática, no qual um homem sozinho tem que aprender a cuidar de uma criança e por meio deste convívio se torna um adulto responsável, e claro não podemos esquecer que a nova produção do Streaming é adaptada de um livro que recebeu o nome de Dois Beijos para Maddy: Uma História Real de Amor e Perda.

O filme é dividido em 2 períodos distintos


A história é dividida em 2 arcos: o primeiro com a filha recém-nascida e o outro quando ela já está na escola. A maior parte das cenas engraçadas está quando Maddy ainda é um bebê, visto que Matt não sabe como trocar uma fralda ou fazê-la simplesmente parar de chorar e ao mesmo tempo ele tem de conciliar sua vida pessoal com o trabalho, coisa que as mulheres lidam o tempo todo.


Já na segunda parte Maddy vivida pela atriz mirim Melody Hurd já está crescida e passa pelas primeiras descobertas como ir para a escola, e a primeira decepção quando seu pai se apaixona por outra pessoa mostrando assim seu amadurecimento.


Personagens brilhantes!!!

De longe o ator Kevin Hart tem a melhor atuação de sua carreira, ele demostra uma maturidade enorme quando se trata de cenas dramáticas sem perder seu senso de humor característico. Ele e a pequena Melody estão muito bem em cenas juntos, tendo uma química fora do normal, além de que até os mais durões vão se apaixonar pela garota.


Já a dupla formada por Jordan (Lil Rel Howery) e Oscar (Anthony Carrigan), amigos de Matt, funcionam muito bem como o alívio cômico só acho que eles deveriam ter mais tempo de tela.


Nem tudo é perfeito!!!



Algumas cenas importantes poderiam ter mais desenvolvimento para a história geral ficar mais redondinha como por exemplo: a dinâmica tanto na escola de Maddy quanto no trabalho de Matt que foram deixados em segundo plano.


Em contrapartida, algumas outras ocasiões ficaram de escanteio como a relação da criança com a avó materna ou os debates sobre vestimentas e atitudes rebeldes, essas cenas poderiam ser mais bem exploradas.


Sobretudo, Paternidade é um longa que consegue ser engraçado e dramático ao mesmo tempo sem perder sua sensibilidade, servindo para um bom entretenimento em família num fim de semana.



Já assistiram Paternidade? Se emocionaram em alguma cena? Não esqueçam de seguirem o Fendageek para ficarem por dentro das novidades!

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