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  • Carolina Mezalira

Análise|Pretty Little liars: Um Novo Pecado – novas reviravoltas que sabem deixar seus fãs tensos!

Desde que foi anunciado um reboot de Pretty Little Liars, pairavam sobre os fãs perguntas como: realmente é necessária outra produção do mesmo universo, sendo que a original acabou faz pouco tempo ou para que outra série já que os spin-offs feitos foram canceladas em seu primeiro ano. Mas surpreendentemente Pretty Little Liars: Um Novo Pecado é uma excelente série, mesclando elementos do terror clássico estilo Slasher com dramas adolescentes muito bem estruturados.

Novas Liars, Novos segredos...


No seriado criado por Roberto Aguirre Sacasa, o mesmo pros trás de O Mundo Sombrio de Sabrina e Riverdale, acompanhamos duas épocas distintas, a primeira ocorre em 1999 quando as mães das garotas estudavam no colégio de Millwood, e nos tempos atuais, onde somos apresentadas as novas protagonistas, são elas: Imogen (Bailee Madison), Tabby (Chandler Kinney), Noa (Maia Reficco), Faran (Zaria Simone) e Mouse (Malia Pyles).

O serial killer da vez também conhecido como A está diretamente ligada as jovens dos anos 90, contudo o segredo afeta totalmente a geração atual. Sendo assim, as protagonistas precisam se unir para acabar com as chantagens feita pelo mascarado, além disso, elas têm que lidar com os próprios traumas.


Personagens carismáticos...

Todas as cinco garotas são importantes, mas Imogen (Madison) acaba ganhando mais destaque, a adolescente fica gravida depois de um estupro, ao mesmo tempo que perde a mãe. Por isso ela deposita toda a sua angústia para desvendar oque aconteceu em 1999 e o motivo que levou sua mãe a orbito, contando com ajuda de Tabby, a garota é amante de cinema, sempre tirando sacadas geniais que tem relação com a sétima arte, mas oque ninguém sabe é que ela guarda para si um trauma que mudou sua vida para sempre.


Além da dupla, ainda conhecemos Faran que sonha em ser uma bailarina famosa, porém tem que lidar com a pressão de sua mãe para ser perfeita. Noa acaba de voltar do reformatório por ter sido pega com drogas e tem que provar sua inocência e por último, mas não menos importantes temos Mouse ou para os íntimos Minnie, apaixonada por tecnologia, guarda um trauma de infância seríssimo. Elas acabam se conectando através de Karen (Mallory Bechtel), a malvada da escola, já que juram que todos os acidentes no colégio são provocados por ela.


A amizade entre as Liars foi construída de forma tão singela e verdadeira que os telespectadores acabam se apaixonando por cada uma delas, pode ser pela química que as atrizes têm ou pelas próprias protagonistas serem tão carismáticas.


Homenagem aos clássicos do terror!

O seriado do Hbo Max apresenta a mesma estrutura do PLL original, mas algo me chamou a atenção que distancia as duas séries gerando uma totalmente nova que é sem sombra de dúvidas as inúmeras homenagens aos filmes clássicos do gênero terror. Em todos os episódios é possível ver influências ou citações a produções como: Pânico, Halloween, Psicose, entre outras.


Essas menções aparecem de forma orgânica no roteiro de Roberto Aguirre-Sacasa, mesmo que as vezes parecem um pouco forçado, dando destaque a Tabby, a cinéfila do grupo (como me identifiquei com ela!).


Representatividade que fala, né mores!

Um dos pontos positivos altos da temporada é a diversidade do elenco, contamos com atores negros, latinos, não binários. Dando foco para o personagem Ash (Jordan Gonzalez) que é um garoto trans, fico feliz que os produtores tratam esse tema com toda naturalidade possível sem estereótipos exagerados.


Por fim, Pretty Little Liars: Um Novo Pecado foi um presente incrivelmente bom para os fãs do original e com certeza agradou novos públicos. Desta vez temos mais cenas aterrorizantes que vão deixar vocês sem desgrudar o olho da tela e outras emocionantes de deixar os olhos cheios de água.


Já assistiram Pretty Little Liars: Um Novo Pecado? Gostaram? Qual sua Liar favorita? Não esqueça de seguirem o Fendageek para ficarem por dentro das novidades?


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