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  • @myycampos

Grey's Anatomy | Primeiras impressões da 17ª temporada

O drama médico retorno para sua 17ª temporada na televisão, e nesse ano com o peso de retratar e honrar o dia a dia das equipes de saúde na linha de frente contra o Covid-19.


O retorno contou com um crossover com a série spinoff Station 19, que acompanha uma equipe de bombeiros de Seattle. Esse crossover continua acompanhando vários casais de ambas as séries, mas o mais forte e todos, e que mantém esse laço, com certeza são Bailey e Ben, que vem ao hospital a cada 12horas dar uma salva de palmas para a esposa e toda a equipe.



Como a temporada anterior acabou de forma abrupta e ainda faltando alguns episódios para finalizar as histórias, nessa nova temos muitos flashbacks da vida "pré-pandemia".


Caso não se lembre vai aqui um resumo de como paramos na temporada passada:

Richard Weber descobre que vinha sendo envenenado por cobalto de sua prótese no quadril há anos, mas quem descobre isso é o jovem Deluca que ao mesmo tempo que salva a vida do antigo chefe passa por dificuldades geradas por seu transtorno bipolar, quando acusa uma família de tráfico humano.


Já no núcleo da "família" Hunt, Teddy, Amelia e Link, descobrimos finalmente que Link é o pai do bebê. Já Teddy e Hunt não tem o casamento feliz que esperavam, pois o chefe de traumas descobre a traição de sua futura esposa de forma humilhante dentro da sala de cirurgia, e acaba cancelando o casamento.



Com isso chegamos a nova temporada, além de resolver esses dramas contamos com a presença do maior inimigo que o hospital já teve, a Covid-19.


Covid-19


Grey-Sloan Memory se torna referência em Covid na cidade, e toda a rotina hospitalar e de acolhimento tem que mudar para encarar essa nova e dura realidade.


Falta de equipamentos de segurança, equipe adoecendo, a perda diária de centenas de pacientes e o falta de controle dessa situação deixam os nervos de todos no hospital a flor da pela (o que não é de se estranhar).


A força e o desespero que os profissionais da saúde viveram (e ainda vivem) desde o início desse ano, é passada de forma forte e visceral. A raiva pela perda constante de pacientes, as novas formas de informar familiares, as dores de plantões intermináveis, além da distância de seus familiares, são retratadas para o público, que se não estiver muito bem, vai se acabar de chorar.

Como disse anteriormente, por conta dessa passagem de tempo, temos alguns flashbacks que mostram nossos personagens um pouco antes da pandemia começar, e provavelmente como deveria ter terminado a temporada anterior. As histórias pessoais se desenrolam ao mesmo tempo que todos se unem contra essa doença devastadores e as consequências dela.


Para quem é fã fiel desse dramalhão há 15 anos, a série retorna de forma impactante e com aquele fã service merecido no finalzinho do segundo episódio. Confira aqui o trailer do próximo episódio.


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